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  1. Anatomia seccional de abdome em imagens de TC

    terça-feira, 8 de setembro de 2015

    Confira o slide com imagens de anatomia seccional do abdome. :)



    Clique na seta dupla para aumentar a imagem.


  2. Anatomia radiológica do dente

    sexta-feira, 4 de setembro de 2015

    Olá, estudantes e profissionais das técnicas radiológicas!

    Hoje nós vamos recapitular a anatomia radiográfica do dente.

    O esmalte é a parte mais mineralizada do dente, por isso apresenta-se mais radiopaca do que os outros tecidos dentários, ele recobre a coroa. 

    A dentina tem é menos mineralizada do que o esmalte, por isso apresenta-se mais radiopaca do que ela. É protegida pelo esmalte e representa a maior porção do órgão dentário e na raiz está recoberta pelo cemento.

    O cemento recobre a dentina e possui cerca de 22% de sua estrutura constituída por matéria orgânica. Muitas vezes é difícil de distinguir da dentina, pois o porcentual de mineralização dela é de cerca de 17,5%.

    Na polpa é onde podemos encontrar o material nutritivo do dente. Na radiografia podemos ver a polpa como a porção mais radiotransparente do dente.

    O espação pericementário, ou ligamento periodontal, corresponde a uma estreita faixa entre a raiz do dente e a lâmina dura. Essa porção apresenta-se mais radiotransparente do que as estruturas ao seu redor. É importante lembrar que nas radiografias periapicais dos incisivos inferiores o ligamento periodontal apresenta-se aumentado por causa do maior diâmetro vestibular desses dentes.

    A lâmina dura envolve toda a porção da raiz do dente e na radiografia aparece como uma linha radiopaca contínua. O sinal de descontinuidade dessa linha significa alterações periapicais.

    1. Esmalte, 2. Dentina; 3. Câmara pulpar; 4. Canal radicular; 5. Osso alveolar (lâmina dura); 6. Ligamento e 7. Crista alveolar.



  3. A Espondilolistese Lombar é o escorregamento de uma vértebra em relação a vértebra inferior, tem causas variadas e pode acometer pacientes de várias idades. 

    Essa doença pode se classificar em cinco tipos. A displásica, que ocorre por anomalia do arco neural e é comumente vista em crianças; a espondilolítica é secundária a uma fratura por stress; a degenerativa surge após a degeneração artrítica das facetas lombares, frouxidão ligamentar e degeneração discal; a traumática advém de traumas de grande impacto; a patológica surge como resultado de outras doenças, como a doença de Paget, por exemplo. 

    O principal sintoma é dor na lombar que aumenta de intensidade com a caminhada. 

    O diagnóstico é feito por exames de imagem. É possível ver o tamanho do escorregamento da vértebra com uma  radiografia da coluna lombar panorâmica, além da incidência lateral neutra, em extensão e em flexão. A Tomografia Computadorizada e a Ressonância Magnética são exames complementares para estudo do caso.


    Imagem de RX. Apresenta deslizamento da vértebra L4.

    Reconstrução em 3D de Tomografia Computadorizada. Deslizamento da vértebra L4.

    O tratamento se inicia com o acompanhamento do caso, muitas vezes o paciente apresenta disfunções como perda de força e dormência. Se durante o acompanhamento houver progressão no deslizamento da vértebra é necessário intervenção cirúrgica. 


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